Surf Brasil Parasurf 2026 é a próxima atração em Porto de Galinhas nessa semana em Ipojuca
A decisão dos títulos brasileiros de 2026 e as vagas para o Mundial de Parasurf da ISA serão disputadas a partir da quinta-feira na Praia do Borete
18/Mai/2026 - Assessoria de Imprensa CBSurf - Ipojuca - Pernambuco - BrasilFlorianópolis / SC (Segunda-feira, 18 de maio) - O município do Ipojuca ainda está em festa com o bicampeonato do ídolo local Douglas Silva no Surf Brasil Pro no domingo e, após o show das grandes estrelas do surf brasileiro, o Surf Brasil Parasurf 2026 é a próxima atração nessa semana em Porto de Galinhas. Nas mesmas ondas da Praia do Borete, serão decididos os títulos brasileiros em treze categorias, nove delas valendo como Seletiva para o Mundial da ISA (International Surfing Association). É a quarta vez que Ipojuca recebe o Campeonato Brasileiro de Parasurf, que começa na quinta-feira com transmissão ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube.
“É com muita satisfação, que realizamos uma das maiores competições de Parasurf no mundo”, destaca o presidente da Confederação Brasileira de Surf, Teco Padaratz. “Somos uma potência nessa modalidade internacionalmente e isso é fruto do empenho e dedicação de toda a nossa diretoria e, também, das fortes e importantes parcerias com os governos Municipal, Estadual e Federal. Nossos atletas são ídolos aqui e mundo afora, então eles merecem a melhor estrutura de competição possível. É nisso que focamos”.
O Surf Brasil Parasurf 2026 é uma realização do Surf Brasil e conta com patrocínio do Ministério do Esporte do Governo Federal do Brasil, da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo do Estado de Pernambuco pela Secretaria de Esportes, da Copergás e da Prefeitura do Ipojuca através da Secretaria de Turismo, também tem apoio de JISK, Suntech, Brazilian Tiger Balm, Shopee, Rodas da Liberdade, UNINASSAU e da Federação Pernambucana de Surf. A competição será transmitida ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube.
A cidade de Ipojuca, no litoral sul de Pernambuco, é o principal palco de competições do surf nacional na gestão do presidente Teco Padaratz na Confederação Brasileira de Surf, iniciada em 2022. O Surf Brasil Parasurf 2026 é o 13º campeonato a acontecer em Porto de Galinhas, que já se tornou a Capital Brasileira do Parasurf. A edição deste ano é a quarta a ser realizada na Praia do Borete desde 2022, somando-se a 3 etapas do Campeonato Brasileiro Profissional, 2 da Taça Brasil e mais 4 do Surf de Base.
O Surf Brasil Parasurf 2026 já registra um recorde de 68 parasurfistas inscritos nas 13 categorias, com recorde também de participação feminina e um grande número de atletas que vão competir pela primeira vez esse ano, como destaca Brigitte Mayer, vice-presidente da Confederação Brasileira de Surf e responsável pela modalidade Parasurf na entidade. Brigitte ainda divide a vice-presidência com a Diretoria de Desenvolvimento Feminino e ressalta o resultado do bom trabalho desenvolvido, com o aumento na quantidade de meninas e mulheres que passaram a competir de pranchinha e no Parasurf também.
CAMPEÕES MUNDIAIS E BRASILEIROS VÃO COMPETIR EM PORTO DE GALINHAS
Muitas estrelas já consagradas internacionalmente vão abrilhantar o evento. Uma delas é o hexacampeão mundial Felipe Kizu, que vai voltar a participar do Campeonato Brasileiro depois de uma pausa nas competições. Entre outras grandes atrações confirmadas, estão o tetracampeão mundial e tetra brasileiro, Davizinho Radical, o tricampeão mundial Figue Diel e o também catarinense Luciano “Nem” Silveira, bicampeão brasileiro e bicampeão mundial da ISA em 2024 e 2025, que neste ano venceu as duas etapas do Circuito Mundial de Parasurf de 2026, realizadas na Austrália e no Havaí.
“É uma honra estar aqui novamente, para defender o título brasileiro e vamos aproveitar que a fase tá boa, pra tentar levar esse título pra Floripa, pra Joaca, de novo”, disse Luciano Nem. “Estou bem preparado, porque preciso vencer o evento para poder representar o Brasil no ISA novamente. Cheguei aqui há 3 dias já e to surfando todos os dias em altas ondas, logo cedo e no final de tarde. Estou caindo no mar na maré seca e na cheia e tá dando pra soltar o surf em toda condição, então estou confiante para o evento”.
UNINASSAU PRESENTE MAIS UMA VEZ COM ATENDIMENTO AOS PARATLETAS
O Surf Brasil Parasurf 2026 acontece com grande suporte dos governos Federal, Estadual e Municipal, bem como de entidades superimportantes, como a “Rodas da Liberdade” e a “UNINASSAU”. O Centro Universitário Maurício de Nassau é uma instituição privada de ensino superior, que promove ações com os alunos de Fisioterapia para atendimento aos atletas na Praia do Borete e já realiza projetos de responsabilidade social. Um deles é o “Bike Sem Barreiras”, com bicicletas adaptadas para pessoas com deficiência.
“A participação da UNINASSAU no Campeonato Brasileiro de Parasurf, é a materialização do nosso compromisso com a inclusão, a acessibilidade e o bem-estar social”, destaca Adriane Mendes, gerente de Governança Ambiental e Social da UNINASSAU. “Nós estaremos no evento com uma tenda de fisioterapia, com serviços de liberação miofascial e recovery esportivo. Esses atendimentos são de grande importância aos paratletas. A iniciativa também permite que o aluno tenha contato com a modalidade esportiva e os atletas, fortalecendo sua formação profissional. Também estaremos presentes com outras iniciativas, como o Bike Sem Barreiras, Praia Sem Barreiras e distribuição de picolés nos dias do evento”.
SURF BRASIL ESTREIA O MESMO FORMATO UTILIZADO NO MUNDIAL DA ISA
Uma das novidades do Surf Brasil Parasurf 2026, é a mudança no formato da competição. Neste ano será o utilizado o mesmo modelo do Mundial de Parasurf da ISA. O objetivo é para que os paratletas que participarem do Campeonato Brasileiro, já fiquem ambientados com o formato que irão competir no Mundial. São nove modalidades ou classes esportivas disputadas no Mundial da ISA e o Surf Brasil ainda promove mais quatro categorias inclusivas, de Baixa Estatura, Autismo, Down e Surdo.
As outras nove categorias que valem como Seletiva para o Mundial de Parasurf da ISA são: PS-S1 para atletas com deficiência na parte superior do corpo, PS-S2 com comprometimento na parte inferior abaixo do joelho e PS-S3 acima do joelho, essas três para quem surfa em pé na prancha. Tem ainda a PS-Sit para quem surfa sentado, PS-Knell para quem surfa sentado ou de joelhos, PS-Prone 1 e PS-Prone 2 para quem pega ondas em decúbito ventral na prancha e PS-VI-1 e PS-VI-2 para surfistas com deficiência visual.
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CAMPEONATO BRASILEIRO DE PARASURF:
22 CAMPEÕES E CAMPEÃS BRASILEIROS DE 2025:
PS-S 1: Davi Lima (RN)
PS-S 2: Rafael Lueders (SC) e Maryele Cardoso (SC)
PS-S 3: Luciano Nem Silveira (SC)
PS-KNEEL / UPRIGHT: Dijackson Santos (BA) e Vera Quaresma (SC)
PS-SIT: Paulo Souza (RS)
PS-PRONE 1: Cleuson Soares (PB)
PS-PRONE 2: Davizinho Teixeira (RJ) e Monique Oliveira (RJ)
PS-VI 1: Figue Diel (SC) e Ingrid Medina (SC)
PS-VI 2: Rafael Giguer (SC) e Mariana Busnello (SC)
BAIXA ESTATURA: Roberto Pino (PE) e Lara Pino (PE)
AUTISMO: João Lessa (BA) e Ana Cordeiro (CE)
DOWN: Noah dos Anjos (SP) e Jade Lie (SP)
SURDO: André Menezes (RJ) e Aline Lopes (ES)
MODALIDADES E CLASSES ESPORTIVAS DO PARASURF:
PS-S1: atletas com deficiência na parte superior do corpo ou baixa estatura que surfam em pé
PS-S2: atletas com comprometimento da parte inferior abaixo do joelho que surfam em pé
PS-S3: atletas com comprometimento da parte inferior acima do joelho que surfam em pé
PS-Sit: surfam sentados sem precisar de assistência remando e voltando para a prancha
PS-Kneel: surfam de joelhos ou sentados
PS-Prone 1: surfam em decúbito ventral
PS-Prone 2: surfam em decúbito ventral precisando de ajuda para remar
PS VI-1: surfistas com deficiência visual com cegueira total
PS VI-2: surfistas com deficiência visual com cegueira parcial
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SOBRE SURF BRASIL- Surf Brasil é o novo nome de comunicação da Confederação Brasileira de Surf, reconhecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e pela ISA (International Surfing Association), como a entidade oficial na administração de todas as atividades relacionadas aos esportes com pranchas, como definido no seu Estatuto. A Confederação foi fundada em 17 de outubro de 1998 e conta com 15 federações estaduais filiadas, que elegeram Flávio Teco Padaratz como presidente em 2022, com Paulo Moura e Brigitte Mayer de vice-presidentes.
“De surfista para surfista” é o lema do Surf Brasil, que tem como missão, descobrir novos talentos e criar novos ídolos nacionais, produzindo, chancelando e organizando o Campeonato Brasileiro de Surf, decidindo os campeões e campeãs brasileiras também das categorias de Base e do Master, de Ondas Grandes e das modalidades Longboard, Stand Up Paddle, Parasurf. O principal valor desta gestão dirigida por Teco Padaratz, é oferecer mais oportunidades para consolidar as carreiras dos atletas de todas as categorias, inclusive das profissões que gravitam em torno das competições, trazendo dignidade para toda a comunidade do surf brasileiro.