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Surf Brasil Parasurf 2026 consagra os 23 campeões e campeãs brasileiras em Ipojuca

Davizinho Teixeira e José Lessa confirmam mais um título brasileiro com nota 10 nas finais do domingo na Praia do Borete em Porto de Galinhas

25/Mai/2026 - Assessoria de Imprensa CBSurf - Ipojuca - Pernambuco - Brasil

Porto de Galinhas, Ipojuca / PE (Domingo, 24 de maio) - O Surf Brasil Parasurf 2026 encerrou certamente o evento mais emocionante da Confederação Brasileira de Surf neste domingo em Porto de Galinhas, no município do Ipojuca, litoral sul de Pernambuco. Foram consagrados 23 campeões e campeãs brasileiras, com 9 títulos sendo decididos no último dia. O carioca Davizinho Teixeira e o baiano João Lessa coroaram mais uma conquista, com nota 10 no mar desafiador do domingo na Praia do Borete. Os campeões e campeãs de nove das treze categorias, vão representar o Brasil no próximo Mundial de Parasurf da ISA (International Surfing Association), que ainda não tem data e local definidos.

O agora pentacampeão brasileiro, Davizinho Teixeira, vai buscar o penta mundial também na categoria PS-Prone 2, a mesma que a igualmente carioca Monique Oliveira também se sagrou pentacampeã brasileira no Surf Brasil Parasurf 2026. Na PS-Prone 1, o paraibano Cleuson Soares e a catarinense Vitoria Diehl ganharam os títulos e as vagas para o Mundial da ISA. Na PS-Sit, o Brasil volta a contar com o hexacampeão mundial Fellipe Kizu Lima. E na PS-Kneel / Upright, os títulos foram conquistados pelo primeiro nota 10 do ano na Praia do Borete, o baiano Dijackson Silva e a catarinense Vera Quaresma.

Nas categorias dos competidores que surfam em pé na prancha, a seleção brasileira só tem paratletas com títulos mundiais no currículo, o potiguar Davi Lima na PS-S1, o catarinense Rafael Lueders e a paulista Malu Mendes na PS-S2 e o catarinense Luciano Nem Silveira na PS-S3. Os outros campeões brasileiros que vão representar o país no Mundial de Parasurf da ISA, são os deficientes visuais Figue Diel e Ingrid Medina na categoria PS-VI 1 com cegueira total e a também catarinense Mariana Busnello e o potiguar Janio Silva na PS-VI 2 com cegueira parcial.

O Surf Brasil também promove mais quatro categorias que não são incluídas no Mundial de Parasurf e todas foram decididas no domingo em Porto de Galinhas. Na Surdo, os títulos ficaram com o carioca André Menezes e a representante do Espírito Santo, Aline Lopes. Na Down, as vitórias foram do Gabriel Paiva de Cabo Frio (RJ) e da pernambucana Larissa Costa, que superou a paulista Jade Lie no desempate da maior nota. Na Baixa Estatura, o pernambucano Roberto Pino conquistou o pentacampeonato e a sua filha, Lara Pino, foi tricampeã. E Na categoria Espectro Autista, a cearense Ana Cordeiro foi tricampeã junto com o baiano bicampeão João Lessa, que igualou o recorde de 19,00 pontos com uma nota 10 na final.

“A minha estratégia na bateria, foi esperar a onda e bater no buraco, fazer a rasgada com borda e atacar com sangue nos olhos, sem dó. E esse 10, eu nem acreditei, fiquei sem palavras”, disse João Lessa. “Estou em choque até agora e quero agradecer à Deus em primeiro lugar, que me abençoou com esse mar de hoje e eu amo Porto de Galinhas. Quero agradecer a minha família também sempre me apoiando, meu pai desde criança me incentivando a surfar, que me dava prancha em vez de celular, e minha mãe sempre me dando motivação para ir atrás do meu sonho. Vamos lá, porque no ano que vem quero mais um 10”.

DAVI TEIXEIRA PENTACAMPEÃO BRASILEIRO TAMBÉM COM NOTA 10 NA FINAL

As notas 9 e 10 do João Lessa foram conseguidas nas duas últimas ondas que ele surfou na final da categoria Espectro Autista, contra o pernambucano Gustavinho, o carioca Kauã Caldas e o catarinense Tiago Albino. João igualou os recordes do também baiano Dijackson Santos na categoria PS-Kneel no sábado, quando também somou notas 10 e 9 na vitória por 19,00 pontos de 20 possíveis. Quem chegou perto dessa marca no domingo, foi o tetracampeão mundial Davizinho Teixeira, que atingiu 18,00 pontos com notas 10,0 e 8,00, para consagrar o pentacampeonato brasileiro invicto, desde a primeira edição do Campeonato Brasileiro de Parasurf em 2022.

“Cara, que bateria lendária. Esse 10 foi a onda que eu tava buscando o campeonato inteiro”, destacou Davi Teixeira. “Todas as baterias, eu tava em busca dessa onda, uma onda com pressão com tamanho legal pra fazer as rasgadas consistentes e a batida ali finalizou da melhor forma. Pra mim, foi a onda mais divertida da viagem inteira, gostei muito. Me diverti pra caramba nessa bateria e consegui cumprir minha missão, que não era ganhar, era fazer o bendito do 10 que eu sempre falo. To feliz pra caramba e vou voltar realizado pra casa”.

NOVE TÍTULOS BRASILEIROS FORAM DECIDIDOS NO DOMINGO EM IPOJUCA

As categorias PS-Prone 2 do Davizinho Teixeira e a Espectro Autista do João Lessa, foram duas das nove finalizadas no domingo decisivo do Surf Brasil Parasurf 2026. Outros 14 campeões e campeãs brasileiras já tinham sido definidos no sábado. O primeiro a festejar título foi o agora pentacampeão brasileiro Figue Diel, que enfrentou o também catarinense Derek Rabelo na final dos deficientes visuais com cegueira total. O tetracampeão Fellipe Kizu da PS-Sit, se apresentou também nesta primeira bateria do dia.

Na segunda, o catarinense Rafael Lueders conquistou o pentacampeonato brasileiro na PS-S2. Nas disputas seguintes, o paraibano Cleuson Soares se sagrou tricampeão na PS-Prone 1 e Davizinho Teixeira arrancou a primeira nota 10 do dia na PS-Prone 2. O segundo 10 saiu já próxima decisão, para o baiano João Lessa na Espectro Autista. Depois o pernambucano Roberto Pino derrotou o filho Otavio Pino na final da categoria Baixa Estatura e teve sua filha Lara Pino como tricampeã, as deficientes visuais de Santa Catarina levaram os títulos da PS-VI 1 com Ingrid Medina e PS-VI 2 com Mariana Busnello, o surfista de Cabo Frio, Gabriel Paiva voltou a ser campeão na Down junto com a pernambucana Larissa Costa, a cearense Ana Cordeiro foi a campeã na Espectro Autista e a capixaba Aline Lopes colecionou mais um título na categoria Surdo.

DECLARAÇÕES DOS OUTROS CAMPEÕES E CAMPEÃS DOS TÍTULOS NO DOMINGO

Abaixo o que falaram os campeões e as campeãs do domingo, após as vitórias no Surf Brasil Parasurf 2026 na Praia do Borete, em Porto de Galinhas, no município do Ipojuca, litoral sul de Pernambuco. As declarações estão na mesma ordem em que foram disputadas as baterias finais:

FIGUE DIEL (SC), pentacampeão brasileiro na categoria PS-VI 1 dos deficientes visuais com cegueira total: “A gente tava nessa bateria agora pra definir o título e a vaga pro Mundial, tem essa tensão, mas é muito gostoso poder viver e sentir essas emoções para realizar o nosso sonho, que é estar aqui. Foi meu quinto título brasileiro e estou indo em busca do meu quarto título mundial. Agora é muita preparação, muita concentração, para mais uma vez estar representando o Brasil no Mundial da ISA”.

RAFAEL LUEDERS (SC), pentacampeão brasileiro na categoria PS-S2: “O mar não tava tão fácil, as ondas cresceram e ficaram como eu gosto, quando estão maiores. Eu adoro surfar aqui na Praia do Borete, as ondas são muito boas e ainda não baixou aquela adrenalina da vitória. Estou muito feliz de ter conseguido o pentacampeonato brasileiro e agora, a expectativa é pra ver se eu consigo ir pro Mundial. Vou treinar bastante pra trazer o tricampeonato mundial e quero agradecer a todos que estão fazendo esse evento muito bonito. As pessoas com deficiência merecem ter esse apoio e o Surf Brasil está de parabéns”.

CLEUSON SOARES (PB), tricampeão na categoria PS-Prone 1: “Estou muito feliz por ser tricampeão brasileiro. Não é fácil chegar aqui e fazer um bom resultado, tem todo um preparo, mas graças a Deus, deu tudo certo. O mar hoje estava um pouco desafiador e eu só queria sentir a Natureza, a energia do mar. Eu entrei com sangue nos olhos e pedi muito a Deus, para mandar uma onda boa. Eu tava em busca de um notão e consegui fazer um 8 e pouco. Agora quero treinar bastante pra buscar o título mundial”.

ROBERTO PINO (PE), pentacampeão brasileiro e bicampeão na categoria Baixa Estatura: “É muito gratificante competir ao lado do meu filho (Otávio Pino). Ele vem de uma lesão, tava 9 meses sem surfar e só treinando há 2 meses, então estou mais feliz ainda, não pela vitória, mas sim em ver ele dentro d´água. A minha filha foi consagrada tricampeã brasileira e ela veio de uma cirurgia, tava parada também, mas o surf é incrível, maravilhoso. Eu só tenho que agradecer a Deus por esses momentos maravilhosos, porque eles são a energia que me fortalece”.

INGRID MEDINA (SC), tricampeã brasileira na categoria PS-VI 1 dos deficientes visuais com cegueira total: “Eu tentei ir lá no outside, como estou acostumada a fazer nos meus treinos, mas o mar aqui está muito desafiador hoje. Depois eu tentei surfar no inside mesmo, mas já tava um pouco cansada e é isso, são tentativas. A gente traçou uma estratégia de tentar os 10 primeiros minutos lá fora, se não desse, a gente ia descer e foi o que fiz. Eu fui pro ISA no ano passado, trouxe o bronze e esse ano vamos tentar o ouro né”.

MARIANA BUSNELLO (SC), tricampeã brasileira na categoria PS-VI 2 dos deficientes visuais com cegueira parcial: “É demais estar aqui, é o terceiro ano e cada ano que passa, a gente vê a superação no nosso surf. Eu digo que meu surf é construído por 1.000 mãos, sempre aprendendo nessa caminhada, porque é muito difícil ser uma cega surfista. Eu achei que ia criar juízo na minha idade, mas cega surfista é uma loucura também e quero dedicar essa vitória pra minha mãe, que tá me assistindo e pra minha filha, porque sem elas eu não seria nada, eu nem estaria aqui vivendo esse momento lindo nesse planeta maravilhoso”.

GABRIEL PAIVA (RJ), tricampeão brasileiro na categoria Down e o seu treinador, Victor Ribas, falou por ele: “O mar ganhou muito tamanho hoje e eu treino muito com ele lá na Praia do Forte (Cabo Frio), então sei do potencial dele. Essas condições realmente favorecem o Gabriel e das outras vezes que a gente veio, o mar tava muito difícil também e eu não consegui colocar ele nas ondas boas. Ele já fazia parte da divisão sozinho, era sempre campeão, aí chegaram outros garotos, ele perdeu o título e agora recuperou né, então está muito feliz, como eu também”.  

LARISSA COSTA (PE), campeã brasileira da categoria Down: “Eu estou muito feliz porque eu ganhei, mas não importa ganhar ou perder, o que importa é que eu já venci muito por estar aqui. Estou muito feliz e quero agradecer a Deus, que está sempre comigo. Eu gosto muito daqui de Porto de Galinhas, eu amo todos vocês e aproveitem muito para me acompanhar no YouTube. Estou muito feliz, obrigada”.

ANA CORDEIRO (CE), tricampeã brasileira na categoria Espectro Autista: “Eu to lesionada e quero pedir desculpas, porque eu não consegui fazer uma boa apresentação hoje, como eu queria ter feito. Eu fiz uma vaquinha pra vir pra cá e quero agradecer as pessoas que contribuíram e fizeram possível tornar meu sonho em realidade. Quero agradecer a cada um que contribuiu, cada um que ajudou a compartilhar, engajando, fazendo alguma coisa pra ajudar, porque eu estar aqui hoje, é um milagre”.

O Surf Brasil Parasurf 2026 foi mais uma realização do Surf Brasil e contou com patrocínio do Ministério do Esporte do Governo Federal do Brasil, da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo do Estado de Pernambuco pela Secretaria de Esportes, da Copergás e da Prefeitura do Ipojuca através da Secretaria de Turismo, além do apoio de JISK, Suntech, Brazilian Tiger Balm, Shopee, Rodas da Liberdade, UNINASSAU e da Federação Pernambucana de Surf. A competição foi transmitida ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e pelo Canal Woohoo.

23 CAMPEÕES E CAMPEÃS BRASILEIRAS DE PARASURF 2026:

PS-S1: DAVI LIMA (RN)

PS-S2: RAFAEL LUEDERS (SC) e MALU MENDES (SP)

PS-S3: LUCIANO NEM SILVEIRA (SC)

PS-Sit: FELLIPE KIZU LIMA (SC)

PS-Kneel / Upright: DIJACKSON SILVA (BA) e VERA QUARESMA (SC)

PS-Prone 1: CLEUSON SOARES (PB) e VITORIA DIEHL (SC)

PS-Prone 2: DAVI TEIXEIRA (RJ) e MONIQUE OLIVEIRA (RJ)

PS VI-1: FIGUE DIEL (SC) e INGRID MEDINA (SC)

PS VI-2: JANIO SILVA (RN) e MARIANA BUSNELLO (SC)

SURDO: ANDRÉ MENEZES (RJ) e ALINE LOPES (ES)

DOWN: GABRIEL PAIVA (RJ) e LARISSA COSTA (PE)

ESPECTRO AUTISTA: JOÃO LESSA (BA) e ANA CORDEIRO (CE)

BAIXA ESTATURA: ROBERTO PINO (PE) e LARA PINO (PE)

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CATEGORIAS DA SELETIVA MUNDIAL DO PARASURF:

PS-S1: atletas com deficiência na parte superior do corpo ou baixa estatura que surfam em pé

PS-S2: atletas com comprometimento da parte inferior abaixo do joelho que surfam em pé

PS-S3: atletas com comprometimento da parte inferior acima do joelho que surfam em pé

PS-Sit: surfam sentados com auxílio de remo no waveski

PS-Kneel / Upright: surfam de joelhos na prancha

PS-Prone 1: surfam em decúbito ventral ou de bruços na prancha

PS-Prone 2: surfam em decúbito ventral precisando de assistência

PS VI-1: surfistas com deficiência visual com cegueira total

PS VI-2: surfistas com deficiência visual com cegueira parcial

RESULTADOS DO DOMINGO NO SURF BRASIL PARASURF 2026:

DECISÃO DO PS-SIT E PS-VI 1 MASCULINO:

Tetracampeão PS-SIT: Fellipe Kizu Lima (SC) com 14,00 pontos = 7,50+6,50

Pentacampeão- PS-VI 1: Figue Diel (SC) por 14,00 pontos = 7,50+6,50

2º lugar- PS-VI 1: Derek Rabelo (SC) com 9,50 pontos = 5,50+4,00

DECISÃO DO PS-S2 MASCULINO:

Pentacampeão- Rafael Lueders (SC) por 13,00 pontos = 7,00+6,00

2º lugar- Lucas Cruz (BA) com 7,70 pontos = 4,60+3,10

3º lugar- Ygor Almeida (SE) com 3,80 pontos = 2,20+1,60

4º lugar- Jamerson Mancio (PE) com 2,15 pontos = 1,10+1,05

DECISÃO DO PS-PRONE 1 MASCULINO:

Tricampeão- Cleuson Soares (PB) por 12,50 pontos = 8,25+4,25

2º lugar- Iel (RN) com 7,95 pontos = 5,25+2,70

3º lugar- Paulo Loreto (RS) com 6,20 pontos = 3,45+2,75

4º lugar- Paulo Souza (RS) com 4,65 pontos = 2,65+2,00

DECISÃO DO PS-PRONE 2 MASCULINO:

Pentacampeão- Davi Teixeira (RJ) por 18,00 pontos = 10,0+8,00

2º lugar- Muriel Souza (ES) com 9,65 pontos = 5,00+4,65

3º lugar- Gabriel Santos (RJ) com 7,85 pontos = 3,95+3,90

4º lugar- Arthur Medeiros (ES) com 7,10 pontos = 3,60+3,50

DECISÃO DO ESPECTRO AUTISTA MASCULINO:

Bicampeão- João Lessa (BA) por 19,00 pontos = 10,0+9,00

2º lugar- Gustavinho (PE) com 9,90 pontos = 5,15+4,75

3º lugar- Kauã Caldas (RJ) com 8,00 pontos = 4,25+3,75

4º lugar- Tiago Albino (SC) com 3,95 pontos = 2,00+1,95

DECISÃO DO BAIXA ESTATURA / SURDO MASCULINO:

Bicampeão BE- Roberto Pino (PE) por 16,00 pontos = 8,50+7,50

2º lugar BE- Otavio Pino (PE) com 12,60 pontos = 6,60+6,00

Bicampeão- SURDO: André Menezes (RJ) por 6,25 pontos = 3,25+3,00

DECISÃO DO BAIXA ESTATURA / PS-VI 1 / PS-VI 2 FEMININO:

Tricampeã PS-VI 2- Mariana Busnello (SC) tem 6,25 pontos = 3,25+3,00

2º lugar PS-VI 2- Cecilia Silva (SP) tem 4,15 pontos = 2,35+1,80

Tricampeã PS-VI 1- Ingrid Medina (SC) tem 5,45 pontos = 4,25+1,20

Bicampeã BE- Lara Pino (PE) tem 3,95 pontos = 2,15+1,80

DECISÃO DO DOWN MASCULINO:

Tricampeão- Gabriel Paiva (RJ) por 14,10 pontos = 9,00+5,10

2º lugar- Noah dos Anjos (SP) com 11,50 pontos = 6,00+5,50

3º lugar- Thiago Adad (SP) com 8,25 pontos = 4,25+4,00

4º lugar- Henrique Sommer (SC) com 1,55 pontos = 0,80+0,75

DECISÃO DO ESPECTRO AUTISTA / DOWN / SURDO FEMININO:

Campeã DOWN- Larissa Costa (PE) por 11,50 pontos = 6,10+5,40

2º lugar DOWN- Jade Lie (SP) com 11,50 pontos = 5,75+5,75

Tricampeã AUTISTA- Ana Cordeiro (CE) com 7,00 pontos = 4,25+2,75

Tricampeã SURDO- Aline Lopes (ES) com 5,75 pontos = 4,00+1,75

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SOBRE SURF BRASIL- Surf Brasil é o novo nome de comunicação da Confederação Brasileira de Surf, reconhecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e pela ISA (International Surfing Association), como a entidade oficial na administração de todas as atividades relacionadas aos esportes com pranchas, como definido no seu Estatuto. A Confederação foi fundada em 17 de outubro de 1998 e conta com 15 federações estaduais filiadas, que elegeram Flávio Teco Padaratz como presidente em 2022, com Paulo Moura e Brigitte Mayer de vice-presidentes.

“De surfista para surfista” é o lema do Surf Brasil, que tem como missão, descobrir novos talentos e criar novos ídolos nacionais, produzindo, chancelando e organizando o Campeonato Brasileiro de Surf, decidindo os campeões e campeãs brasileiras também das categorias de Base e do Master, de Ondas Grandes e das modalidades Longboard, Stand Up Paddle, Parasurf. O principal valor desta gestão dirigida por Teco Padaratz, é oferecer mais oportunidades para consolidar as carreiras dos atletas de todas as categorias, inclusive das profissões que gravitam em torno das competições, trazendo dignidade para toda a comunidade do surf brasileiro.