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Surf Brasil leva 12 surfistas do Talento Feminino para uma semana de treinos na Surfland

A nova geração de surfistas com até 14 anos terão a chance de evoluir suas manobras e uma Clínica de Aéreos nas melhores ondas artificiais do Brasil em Garopaba

02/Out/2026 - Assessoria de Imprensa CBSurf - Garopaba - Santa Catarina - Brasil

SURFLAND BRASIL, Garopaba / SC (Sexta-feira, 2 de outubro) - O Surf Brasil vai levar 12 surfistas com até 14 anos de idade do programa Talento Feminino Onda 2, para uma série de treinamentos nas ondas perfeitas da Surfland Brasil, na semana de 5 a 11 de outubro em Garopaba (SC). O projeto é promovido em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil (COB) e visa desenvolver, capacitar e preparar jovens surfistas, para disputar medalhas para o Brasil nas Olimpíadas e nos Mundiais da International Surfing Association (ISA). São as mesmas 12 meninas que em julho participaram da primeira programação do Talento Feminino Onda 2 em 2026, realizada no Centro de Treinamento Time Brasil do COB, na capital do Rio de Janeiro.

O projeto Talento Feminino Onda 2 foi elaborado em 2023, pela Diretoria de Desenvolvimento Feminino da Confederação Brasileira de Surf, comandada pela vice-presidente da entidade, Brigitte Mayer. Através do edital Área Mulher no Esporte do Comitê Olímpico do Brasil, o programa nasceu pela preocupação do pequeno número de surfistas participando das competições na categoria feminina. Desde 2024, o Talento Feminino Onda 2 se tornou perene e passou a fazer parte dos projetos executados pela Confederação, em parceria com o COB, com o Instituto Olímpico Brasileiro (IOB) e a Área Mulher no Esporte.

As surfistas do Talento Feminino Onda 2 estão em um estágio mais avançado de treinamentos, com algumas já conseguindo resultados expressivos em competições de base. Destaque para a paulista Júlia Stefani e a capixaba Aninha Dagostini, ambas com 14 anos de idade, que conquistaram classificação para integrar a Seleção Brasileira Junior de 2027. As 12 vagas nos times Sub-18 e Sub-16 masculinos e femininos, foram disputadas na decisão do Surf Brasil Base 2026, encerrada no último domingo em Navegantes (SC).

Outras quatro paulistas participarão dos treinamentos na Surfland Brasil na próxima semana, Maria Clara Chuquer e Joana Costa de apenas 12 anos de idade e Isabel Meyer e Nalu Carratu de 14 anos. Também foram selecionadas para o Talento Feminino Onda 2 esse ano, as catarinenses Lulu Vivan de 14 anos e a mais jovem de todas, Maria Carolina Braga de 11 aninhos, a carioca Ana Clara Soares e a cearense Eloá Lima ambas com 12 anos e a pernambucana Kaila Brotherhood e a potiguar Alexia Oliveira de 14 anos.   

EQUIPE TÉCNICA DO SURF BRASIL PARA OS TREINAMENTOS NA SURFLAND

A equipe técnica do Talento Feminino Onda 2 do Surf Brasil, que estará desenvolvendo o programa na Surfland Brasil, é formada pela vice-presidente da Confederação Brasileira de Surf e coordenadora do projeto, Brigitte Mayer, as treinadoras oficiais da entidade, Andrea Lopes e Karina Abras e as treinadoras assistentes Taís Almeida e Yasmin Dias. Além delas, a fisioterapeuta Viviane Abrunhosa e dois ex-surfistas profissionais que atuarão na Clínica de Aéreos para as meninas, o Diretor Técnico do Surf Brasil, Guga Arruda, e Heitor Alves, que por muitos anos fez parte da elite do surf mundial.

“O Talento Feminino é um projeto muito bonito da Confederação Brasileira de Surf e pra mim é uma honra ser chamado pra participar”, enaltece Guga Arruda. “Já fizemos esse trabalho no ano passado, o treinamento de aéreos para as meninas, que vem rendendo bons frutos. Temos visto essas novas atletas usando os aéreos, inclusive em competições e é uma manobra muito importante que nós queremos e persistimos em trazer para nossas surfistas. As melhores do mundo hoje, já utilizam os aéreos nos campeonatos, então é importante que a nova geração do surf feminino brasileiro tenha essa manobra no pé também”.

CLÍNICA DE AÉREOS PARA AS MENINAS APERFEIÇOAREM OS VOOS NA SURFLAND

Essas jovens atletas terão a oportunidade de aprimorar a qualidade técnica do seu surf nas melhores ondas artificiais do país, da Surfland Brasil em Garopaba, a Capital Catarinense de Surf. Os desempenhos serão analisados a cada dia, sempre buscando a evolução das manobras. E o programa terá novamente a Clínica de Aéreos, aplicada por Guga Arruda com a participação do Heitor Alves, para que as surfistas tenham esse recurso importante nos seus repertórios, que pode transformar um resultado nas competições.

“No ano passado, esse trabalho começou com um treinamento no SEFID, na Faculdade de Educação Física em Floripa, com uso da cama elástica e do trampolim iniciando as técnicas básicas das manobras aéreas”, destaca Guga Arruda. “E na Surfland elas repetem as mesmas técnicas várias vezes na piscina. Essa é a construção, a metodologia que eu trago, que proponho e gosto de trabalhar. A gente tem o conhecimento técnico na aplicação fora d´água na cama elástica, depois a plataforma da piscina com ondas iguais, proporcionando poder repetir a execução da manobra. São os três degraus que potencializam a experiência, para depois usar nas ondas do mar”.

SURFISTAS DO TALENTO FEMININO NO CENTRO DE TREINAMENTO TIME BRASIL

Essas 12 surfistas já viveram em julho desse ano, uma experiência única no Centro de Treinamento Time Brasil do COB. Foi uma semana de ensinamentos e palestras na mesma estrutura utilizada diariamente por atletas olímpicos e de alto rendimento. Contando com o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, elas foram submetidas a avaliações físicas e de saúde, conduzidas por profissionais especializados do Comitê Olímpico do Brasil. O objetivo foi de estabelecer parâmetros individuais de desempenho e acompanhar a evolução ao longo do processo de desenvolvimento esportivo.

“Vivenciar essa rotina de treinamento, contribuiu não apenas para o desenvolvimento das capacidades físicas essenciais ao surf, como força, mobilidade, estabilidade e prevenção de lesões”, ressalta Brigitte Mayer. “Essa experiência vivida por essas jovens surfistas, são importantes também para a formação da cultura esportiva, aproximando-as dos padrões de excelência do Movimento Olímpico. Certamente, é uma oportunidade inspiradora e transformadora para atletas em fase de desenvolvimento”.

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SOBRE SURF BRASIL- Surf Brasil é o novo nome de comunicação da Confederação Brasileira de Surf, reconhecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e pela ISA (International Surfing Association), como a entidade oficial na administração de todas as atividades relacionadas aos esportes com pranchas, como definido no seu Estatuto. A Confederação foi fundada em 17 de outubro de 1998 e conta com 15 federações estaduais filiadas, que elegeram Flávio Teco Padaratz como presidente em 2022, com Paulo Moura e Brigitte Mayer de vice-presidentes.

“De surfista para surfista” é o lema do Surf Brasil, que tem como missão, descobrir novos talentos e criar novos ídolos nacionais, produzindo, chancelando e organizando o Campeonato Brasileiro de Surf, decidindo os campeões e campeãs brasileiras também das categorias de Base e do Master, de Ondas Grandes e das modalidades Longboard, Stand Up Paddle, Parasurf. O principal valor desta gestão dirigida por Teco Padaratz, é oferecer mais oportunidades para consolidar as carreiras dos atletas de todas as categorias, inclusive das profissões que gravitam em torno das competições, trazendo dignidade para toda a comunidade do surf brasileiro.