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Recife - Pernambuco - Brasil

Tubarão leva surfistas para longe do Recife

Wladimir Paulino - JC online

Os números nunca foram contabilizados pelas respectivas federações, mas quem dirige o surfe e o bodyboard em Pernambuco é categórico ao afirmar: as duas modalidades perderam muito em qualidade após os ataques de tubarão do início dos anos 90. Conseqüência direta da redução da quantidade de praticantes.

Agora as (poucas) esperanças do Estado em voltar a brilhar sobre as pranchas residem no Litoral Sul, principalmente nas praias de Gaibu e Maracaípe, localizadas a mais de 31 km da capital Recife. A dificuldade, nesses casos, é saber se os surfistas e bodyboarders seguem à risca a cartilha de um atleta, como boa alimentação, ritmo de treino e até corrigir defeitos e aprimorar os acertos.

Quem mora na Região Metropolitana, que está com o surfe proibido da Praia de Zé Pequeno, em Olinda, à Praia do Paiva, no Cabo de Santo Agostinho, não tem o mesmo desempenho por um fator muito simples. Só pode treinar nos finais de semana ou feriados prolongados.

"Uma geração inteira foi perdida", lamenta o diretor da Federação Pernambucana de Surfe (Fepesu), Geraldo Cavalcanti. Ele lembra que havia vários pontos que funcionavam como clubes: Acaiaca, Sarongue, 1º Jardim e curva de Piedade, isso somado a Olinda e Pau Amarelo. Todos no Grande Recife, região de risco. "No primeiro ataque, já foram canceladas todas as competições", lembra.

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( leia a reportagem completa no JC online, no link ao lado )

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