Arica - Arica e Parinacota - Chile por WSL

2º dia do QS 3000 Arica Pro Tour 2019

Confira a transmissão webcast e os destaques do 2º dia do QS 3000 Arica Pro Tour 2019. Começou às 7:30 da quarta-feira no Chile, 8:30 no Brasil, o segundo dia do Maui and Sons Arica Pro Tour QS 3000 com a sexta bateria da segunda fase nos tubos de El Gringo.

Previsão Surfguru para Arica - CHILE

Os cabeças de chave do Maui and Sons Arica Pro Tour QS 3000 by Jeep começaram a estrear na quarta-feira e um deles, Dean Bowen, já conseguiu a maior nota – 9,33 – dos dois primeiros dias de tubos de 6-8 pés em El Gringo, na Ex Isla El Alacrán, no Chile. Foi mais um dia de desafio para os 55 surfistas de 15 países que competiram na perigosa bancada de pedras, com a força das ondas partindo muitas pranchas nas baterias. Antes de surfar o melhor tubo do campeonato, o australiano caiu numa onda e saiu todo ralado nas costas e pernas, mas ninguém se machucou gravemente. O show nos tubos da etapa mais desafiadora da América do Sul, continua a partir das 7h00 da quinta-feira no Chile.

Destaques do dia:

“Quando entrou aquela onda, já deu pra ver que era a melhor do dia e não tive dúvida de ir nela. Foi uma sensação fantástica, porque fiquei muito profundo e tive que acelerar para sair. Foi incrível”, contou Dean Bowen, sobre o melhor tubo surfado esse ano em El Gringo. “A bateria foi meio lenta no início, mas depois entraram umas séries muito boas. Eu fui em uma no início, que acabei jogado pelo lip e bati com muita força no fundo, o que é normal aqui em El Gringo (risos). Só que agora, a adrenalina deu uma baixada e estou sentindo tudo dolorido aqui (apontando para onde se machucou), então vou descansar para estar pronto amanhã”.

A maior nota do ano nos dois primeiros dias em El Gringo, saiu na única onda que Dean Bowen completou em sua estreia na segunda bateria da terceira fase, quando entram os 32 cabeças de chave do Maui and Sons Arica Pro Tour QS 3000. O vento já estava agindo na formação dos tubos e o neozelandês Elliot Paerata-Reid se classificou em segundo com 4,00 pontos nas duas notas computadas. O australiano já decidiu o título no Chile em 2016 contra o francês William Aliotti e foi semifinalista no ano passado, então deu o primeiro passo na busca pela primeira vitória em Arica.

Depois, só teve mais uma bateria e a quarta da terceira fase, da estreia do havaiano Dusty Payne e do peruano Alonso Correa, contra o japonês Kaito Ohashi e o primeiro campeão nos tubos de Arica em 2009, Gabriel Villarán, ficou para quinta-feira no Chile. São mais dois integrantes do “InkaTeam”, que na quarta-feira conquistou quatro classificações para enfrentar os mais bem colocados no ranking mundial da World Surf League, na terceira e última rodada de 16 baterias. Antes de Dean Bowen, o melhor tubo do dia na avaliação dos juízes tinha sido o do peruano Sebastian Correa no último confronto da segunda fase, que recebeu 8,50.  

“As ondas estão muito boas e fico feliz por ter conseguido fazer um tubaço para passar minha primeira bateria aqui esse ano”, disse Sebastian Correa. “Foi incrível, porque eu não tinha a prioridade (de escolha da onda), mas a onda entrou pra mim e eu só botei pra baixo. Fiquei supercontente por ter saído do tubo e recebido meu primeiro high-score (nota alta) nesse campeonato, que para mim é um dos melhores do Circuito Mundial certamente”.

Antes da vitória de Sebastian Correa, irmão do Alonso que vai disputar a primeira bateria da quinta-feira, o “InkaTeam” conseguiu uma classificação dupla, de Alvaro Malpartida e Joaquin del Castillo sobre o australiano Duke Nagtzaam e o chileno Camilo Hernández. Alvaro é praticamente um especialista em El Gringo, único a fazer três finais nos 10 anos de história do Maui and Sons Arica Pro Tour QS 3000 by Jeep no Chile, ganhando o título de 2013.

“Foi uma bateria bem difícil. O Camilo (Hernández) é um grande surfista daqui, um dos meus melhores amigos do Chile e eu o respeito muito. O Joaquin (del Castillo) é um maestro dos tubos, fez uma grande temporada no Havaí e é um dos melhores tuberiders do Peru. Então, para mim, essa bateria foi como uma final antecipada”, destacou Alvaro Malpartida. “Lamentavelmente não deu muitos tubos e acredito que tive mais sorte do que eles. O tempo passou muito rápido, são só 20 minutos e felizmente consegui pegar umas ondas para passar. Espero que as ondas aumentem para vermos El Gringo como todos nós amamos”.

VINTE PAÍSES – O Maui and Sons Arica Pro Tour começou na terça-feira com 112 surfistas de 20 países inscritos na histórica décima edição da etapa do Circuito Mundial mais antiga da América do Sul, fora do Brasil. No primeiro dia, 52 de quinze nações competiram e 26 se classificaram. Na quarta-feira, foram 56 representantes de 15 países que entraram no mar para desafiar os tubos de El Gringo, nas quatorze baterias disputadas antes da chegada do vento no início da tarde e mais 28 saíram da briga pelo título que será decidido no domingo.

Restam 58 concorrentes e 26 são cabeças de chave que ainda nem estrearam, como três que já venceram uma das etapas mais perigosas e desafiadoras do WSL Qualifyiing Series no mundo. Os campeões do Maui and Sons Arica Pro Tour nos dois últimos anos, o defensor do título Jeronimo Vargas e o peruano Tomas Tudela, estão na 15.a bateria e é esta para onde Alvaro Malpartida foi, então serão três brigando por duas vagas na próxima fase. Alvaro fez final com Tudela em 2017 e na primeira decisão peruana com Gabriel Villarán em 2009.

PARTICIPAÇÃO CHILENA – O Chile tem uma vitória, com Guillermo Satt em 2011 e ele será o último a se apresentar esse ano, fechando a terceira fase. A participação chilena na quinta-feira terá uma série de quatro baterias seguidas, desde a terceira do dia até a sexta, válida como a nona da terceira fase. Começa com Manuel Selman estreando junto com Ian Gouveia, que estava na elite do CT no ano passado. Depois, tem Nicolas Vargas, Gustavo Dvorquez e Danilo Cerda na sequência, também disputando classificação com surfistas de outros países.

O Maui and Sons Arica Pro Tour QS 3000 by Jeep está sendo transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo www.mauiandsons.cl e o show nos tubos de El Gringo continua na quinta-feira, com a quarta bateria da terceira fase começando as 7h30 no Chile, 8h30 no Brasil.

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João Carvalho – WSL South America Media Manager

(48) 999-882-986 – jcarvalho@worldsurfleague.com

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Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

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RESULTADOS DA QUARTA-FEIRA NO MAUI AND SONS ARICA PRO TOUR:

SEGUNDA FASE – 3.o=65.o lugar (210 pontos) e 4.o=81.o lugar (180 pontos):

6.a: 1-Yuri Gonçalves (BRA), 2-Adrian Garcia (PER), 3-Tomas Lopez Moreno (ARG), 4-Remy Juboori (EUA)

7.a: 1-Nicolas Vargas (CHL), 2-Luke Gordon (EUA), 3-Lucas Wrice (AUS), 4-Yuri Schoenau (BRA)

8.a: 1-Samson Coulter (AUS), 2-Leonardo Barcelos (BRA), 3-Lucas Solar (PER), 4-José Gundesen (ARG)

9.a: 1-Samuel Igo (BRA), 2-Coconut Willie (HAV), 3-Gearoid McDaid (IRL), 4-Herbert Moreno (BRA)

10: 1-Paul Cesar Distinguin (FRA), 2-Sandon Whittaker (AUS), 3-Philippe Chagas (BRA), 4-Darcy Crump (AUS)

11: 1-Luciano Brulher (BRA), 2-Hinata Aizawa (AUS), 3-Takuto Ohta (JPN), 4-Riley Laing (AUS)

12: 1-Shun Murakami (JPN), 2-Angelo Lozano (MEX), 3-Lucas Vicente (BRA), 4-Jhonny Guerrero (PER)

13: 1-John Mel (EUA), 2-Franklin Serpa (BRA), 3-Facundo Arreyes (ARG), 4-Edher Reis (BRA)

14: 1-Ian Gentil (BRA), 2-Igor Moraes (BRA), 3-Eduardo Motta (BRA), 4-Jacob Szekely (EUA)

15: 1-Alvaro Malpartida (PER), 2-Joaquin del Castillo (PER), 3-Duke Nagtzaam (AUS), 4-Camilo Hernández (CHL)

16: 1-Sebastian Correa (PER), 2-Kauli Vaast (TAH), 3-Ricardo Cruzado (PER), 4-Hizunomê Bettero (BRA)

TERCEIRA FASE – entrada dos 32 principais cabeças de chave do QS 3000:

-------3.o=33.o lugar (US$ 450 e 360 pts) e 4.o=49.o lugar (US$ 350 e 330 pts)

1.a: 1-Weslley Dantas (BRA), 2-Tyler Gunter (EUA), 3-Fernando Junior (BRA), 4-João Jucoski (BRA)

2.a: 1-Dean Bowen (AUS), 2-Elliot Paerata-Reid (NZL), 3-Noe Mar McGonagle (CRI), 4-Vitor Ferreira (BRA)

3.a: 1-Pedro Dib (BRA), 2-Imaikalani Devault (HAV), 3-Nick Marshall (EUA), 4-Miguel Blanco (PRT)

BATERIAS QUE VÃO ABRIR A QUINTA-FEIRA ÀS 7H00 EM ARICA:

TERCEIRA FASE – 3.o=33.o lugar (US$ 450 e 360 pts) e 4.o=49.o lugar (US$ 350 e 330 pts):

4.a: Alonso Correa (PER), Dusty Payne (HAV), Kaito Ohashi (JPN), Gabriel Villarán (PER)

5.a: Aritz Aranburu (ESP), Renan Peres (BRA), Leo Casal (BRA), Adrian Garcia (PER)

6.a: Ian Gouveia (BRA), Manuel Selman (CHL), Yuri Gonçalves (BRA), Max Kearney (EUA)

7.a: Skip McCullough (EUA), Wiggolly Dantas (BRA), Nicolas Vargas (CHL), Leonardo Barcelos (BRA)

8.a: Pedro Neves (BRA), Gustavo Dvorquez (CHL), Samson Coulter (AUS), Luke Gordon (EUA)

9.a: Matthew McGillivray (AFR), Danilo Cerda (CHL), Samuel Igo (BRA), Sandon Whittaker (AUS)

10: Mihimana Braye (TAH), Nolan Rapoza (EUA), Paul Cesar Distinguin (FRA), Coconut Willie (HAV)

11: Gatien Delahaye (FRA), Vitor Mendes (BRA), Luciano Brulher (BRA), Angelo Lozano (MEX)

12: Lucas Silveira (BRA), Leandro Usuna (ARG), Shun Murakami (JPN), Hinata Aizawa (AUS)

13: Miguel Tudela (PER), Wesley Leite (BRA), John Mel (EUA), Igor Moraes (BRA)

14: Lucca Mesinas (PER), Cristobal de Col (PER), Ian Gentil (HAV), Franklin Serpa (BRA)

15: Jeronimo Vargas (BRA), Tomas Tudela (PER), Alvaro Malpartida (PER), Kauli Vaast (TAH)

16: Carlos Munoz (CRI), Guillermo Satt (CHL), Sebastian Correa (PER), Joaquin del Castillo (PER)

QUARTA FASE – 32 melhores – baterias já formadas:

-------3.o=17.o lugar (US$ 700 e 600 pts) e 4.o=25.o lugar (US$ 600 e 555 pts)

1.a: Weslley Dantas (BRA), Dean Bowen (AUS), Imaikalani Devault (HAV), 2.o da 4.a bateria

2.a: Tyler Gunter (EUA), Elliot Paerata-Reid (NZL), Pedro Dib (BRA), 1.o da 4.a bateria

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão. A WSL vem realizando os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 180 eventos globais que definem os campeões mundiais masculino e feminino no Championship Tour, além do Big Wave Tour, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, bem como o WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, promovendo a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial.Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis WSL app. A WSL tem uma enorme legião de fãs apaixonados pelo surf em todo o mundo, que acompanham ao vivo as apresentações de grandes estrelas, como Tyler Wright, John John Florence, Paige Alms, Kai Lenny, Taylor Jensesn, Honolua Blomfield, Mick Fanning, Stephanie Gilmore, Kelly Slater, Carissa Moore, Gabriel Medina, Courtney Conlogue, entre outros, competindo no campo de jogo mais imprevisível e dinâmico entre todos os esportes no mundo.

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