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Indonésia por Alexandre Gondim

Viver na Indonésia, um sonho possível!

O sonho de viver em praias paradisíacas surfando ondas perfeitas e pegando o melhor tubo da vida virou projeto para o pernambucano Kaká Campos que voltou da sua última temporada na Indonésia.

Kaká decidiu viver viajando pelo mundo desfrutando o prazer do surfe e produzindo imagens para seus patrocinadores.

Nestes últimos 5 meses ele estava na Indonésia, onde surfou em diversos picos novos e vivenciou toda a cultura local. Na Indonésia, 88% da população é muçulmana. Porém, Bali é uma das exceções do país, pois sua população é predominantemente hinduísta. Mas o hinduísmo balinês é diferente do que conhecemos na Índia. Ele foi adaptado à cultura local. A figura de Buda também pode ser vista muitas vezes nos templos hinduístas de Bali.

“Lá eu fico na península de Bukit, uma península no extremo sul da ilha de Bali, perto do venerado pico de Padang Padang, na área de uluwatu. De lá vou para outras ilhas e gosto de ir à Desert Point. Esse ano fiz minha primeira “trip” para as ilhas Mentawai, um grupo de 70 ilhas no Oceano Índico, situadas aproximadamente a 150 km da costa oeste de Sumatra, na Oceânia”, Conta Káka.

Só se chega aos picos de surfe em Mentawai pelo mar , são em media 12 horas de barco. Ele foi no barco Alyssa, com 90 pés de comprimento, construído especialmente para operar em viagens à procura de ondas para o surfe.

Lá o pernambucano esteve em Greenbush, considerada a nova “jóia” da região, que foi surfada pela primeira vez em 2004 e está localizada a uma hora ao sul de Macarronis, onde ele também surfou. Greenbush, como o nome sugere, tem esse nome pelo mar ter a tonalidade verde igual a da mata que lhe cerca.

Outro pico surfado foi Thunders, uma poderosa esquerda muito consistente que quebra sobre um afiado “reef”, perto da ilha de Sibigau, ao sul das Mentawais.

Em Lance’s Right, também conhecida como HT’s , que é a base central para quem chega as ilhas, tem uma onda surpreendentemente consistente e tem como seu maior perigo as cabeças de coral que aparecem a todo momento dependendo da variação da maré.

Campos faz parte de uma classe de surfistas que traduz a essência do desprendimento pessoal quando se sai procurando ondas perfeitas. São nômades modernos que vivem do surfe porque conseguem produzir seus projetos e assim transformar sua realidade.

Káka esta em Recife recem-chegado deste paraíso onde veio rever a família, preparar seus equipamentos e estrutura para a próxima temporada…Onde vai ser?

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Fonte:http://jc.ne10.uol.com.br/blogs/blogdosurfe/2017/12/13/viver-na-indonesia-um-sonho-possivel/

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