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Queensland - Austrália por Daniel Santos

As maiores campeãs do Circuito Mundial de Surf

O Circuito Mundial de Surf 2019 está prestes a chegar ao fim. Hoje, olhamos para o histórico das maiores campeãs no lado feminino da competição. No caso brasileiro, o sucesso no âmbito masculino não tem paralelo com o feminino.

Beachley e Gilmore no topo

Layne Collette Beachley foi durante vários anos líder inconteste da tabela de maiores vencedoras da história do Circuito Mundial de Surf. Quis o destino que fosse Stephanie Gilmore, sua compatriota, aquela que igualaria o registro deixado, algo que mencionaremos mais adiante. 

Natural de Sydney, a australiana Layne Beachley, hoje com 47 anos, é uma lenda viva do surf feminino, modalidade que vai integrar o quadro dos Jogos Olímpicos de 2020, grande evento esportivo e que costuma ter mercados disponíveis para aposta na Betfair. Ao todo, ela conquistou nada mais nada menos do que sete vezes – seis delas de forma consecutiva – o título de campeã mundial de surf. Beachley dominou a cena de forma hegemônica entre os anos de 1998 e 2003, sendo vencedora do título todos esses anos.

Em 2004, Sofía Mulánovich viria a fazer história. A surfista peruana interrompeu o ciclo vitorioso de Beachley e se tornou a primeira atleta sul-americana da história a se sagrar campeã mundial de surf. 

No ano seguinte, isto é, 2005, Chelsea Georgeson, também compatriota de Beachley, venceria o Circuito, e a sétima e última vitória da surfista hoje com 47 anos aconteceria em 2006.

O ano de 2007 assinalou o início do trajeto vitorioso de Stephanie Gilmore, surfista que, passados doze anos, já se equiparou a Layne Beachley na condição de maior vencedora do Circuito. Ainda na ativa, ao contrário do que acontece com Beachley, Gilmore venceu nos anos de 2007, 2008, 2009, 2010, 2012, 2014 e 2018, igualando o registro histórico entre as duas.

Atrás de Beachley e Gilmore estão três surfistas com quatro triunfos no Circuito Mundial, mais especificamente as norte-americanas Freida Zamba e Lisa Andersen e a australiana Wendy Botha. Na altura em que escrevemos essas linhas, a grande candidata à vitória no Circuito em 2019, Carissa Moore, do Havaí, ainda não havia obtido o título. Se ela o conquistar, ascenderá a esse grupo de surfistas que ocuparam o trono do surf mundial.

Por país

A Austrália, como esperado, é a nação que mais vezes viu suas atletas triunfarem no Circuito Mundial de Surf, computando 24 vitórias. Somados, o número de conquistas de Beachley e Gilmore praticamente se igualam aos números totais dos Estados Unidos, segunda nação mais titulada.

Além de Beachley e Gilmore, as australianas Chelsea Georgeson, anteriormente mencionada, Pauline Menczer, Pam Burridge, Phyllis O'Donnell, Tyler Wright (2) e Wendy Botha (4) também contribuíram para a obtenção desse registro.

Os Estados Unidos surgem na segunda posição com um total de 15 vitórias, ao passo que o Havaí, antes do encerramento dessa edição do Circuito Mundial, conta com oito vitórias. O Peru é a outra nação com uma vitória no Circuito Mundial de surf feminino graças ao também já citado êxito de Sofía Mulánovich, surfista que segue na ativa.

A história do Circuito Mundial de Surf se faz também de vários êxitos no feminino e a espetacularidade das atletas promete continuar a preencher praias por todo o mundo.

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